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Lúcio Flávio Pinto

Lúcio Flávio Pinto tem escrito 363 posts para Lúcio Flávio Pinto: A Vale que vale

A Vale e o Pará

A comunicação da Vale com o povo do Pará sempre foi deficiente. A prova é um tabloide de 32 páginas que a mineradora pagou para ser encartado nas edições de hoje de O Liberal e do Diário do Pará. Muito bem diagramado, bem ilustrado e fácil de ler. Mas fraco em informações. A mesma marca … Continuar lendo

Carajás: ferrovia e porto licenciados

O Ibama concedeu à Vale a segunda retificação da segunda renovação da Licença de Operação da ferrovia de Carajás, que começa em Parauapebas, no Pará, e do terminal ferroviário de Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão. A licença é válida por 10 anos. A ferrovia, com 870 quilômetros de extensão, começou a operar … Continuar lendo

Brics em Carajás

O banco internacional controlado pelos cinco países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) vai financiar a expansão da infraestrutura de transportes da Vale em Carajás, entre o Pará e o Maranhão. O NDBC entrará com 300 milhões de dólares (cerca de 1,2 bilhão de reais) e a Vale com a contrapartida de US$ 51 milhões … Continuar lendo

Samarco volta

Quatro anos depois de provocar o maior acidente ecológico da história da mineração, em Mariana, a Samarco recebeu, ontem, a licença final dada pelo governo de Minas Gerais, para retomar as suas operações. Mas só funcionará realmente no final de 2020, quando deverá ter ajustado a lavra de minério de ferro a uma tecnologia superior … Continuar lendo

Vale faz segurança

No dia 21, o governo do Pará assinou dois acordos de cooperação na área de segurança pública com a maior empresa privada em atuação no Estado e a maior do país, a mineradora Vale. O objetivo declarado é “intensificar as ações articuladas e integradas de políticas públicas, defesa social e valorização da cidadania no Estado”. … Continuar lendo

O humor do governador

(Publicado no Jornal Pessoal 235, de maio de 2000) É extremamente instável o humor do governador Almir Gabriel em relação à Companhia Vale do Rio Doce. No início de abril [de 1999], só faltou convidar os representantes da empresa para em coro uníssono entoarem o Tamba-tajá, de Waldemar Henrique, tão coincidentes considerou os pontos de … Continuar lendo

Ameaças em Carajás

A atuação da Vale, que se revelou desastrosa em Minas Gerais, depois das tragédias de Mariana e Brumadinho, no intervalo de apenas três anos, tem sido considerada modelar em Carajás, a maior província mineral do planeta, no Pará. Numa área de 70 mil quilômetros quadrados (duas vezes o tamanho da Bélgica), a mineradora se orgulha … Continuar lendo

A ameaça de destruição do Lago Batata, no município de Oriximiná, no Pará, preocupava os ecologistas em 1986. O problema resultava do despejo de argila não aproveitável na extração do minério de bauxita pela Mineração Rio do Norte, então controlada pela Companhia Vale do Rio Doce, ainda empresa estatal. A deposição começou a ser feita … Continuar lendo

Plano ambiental

A Companhia Vale do Rio Doce aprovou, em 1990, um novo plano diretor de meio ambiente. Ele previa a aplicação de 20 milhões de dólares até 1993 nas suas áreas de atuação. Um dos projetos contemplados, o reflorestamento da Serra de Carajás, previa a aplicação de 900 mil dólares no plantio de espécies nativas para … Continuar lendo

“Redescoberta” do Pará

A Vale é dona da província mineral de Carajás, no Pará, a maior do planeta, que explora desde 1985 e com a qual se tornou a maior exportadora de minério de ferro, sobretudo para a Ásia. Há meses a mineradora faz uma campanha institucional através da mídia, talvez a maior em curso no Brasil, se … Continuar lendo

O manganês de Urucum

Os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul venderam à Companhia Vale do Rio Doce, em outubro de 1994, pelo equivalente a 14,6 milhões de dólares, os 46,66% das ações da Urucum Mineração S/A, que ainda detinham. O valor era inferior ao faturamento previsto para aquele ano pela Urucum, detentora da maior jazida … Continuar lendo

Quando a Albrás começou

A Albrás (Alumínio do Brasil), localizada a 40 quilômetros de Belém, no Pará, no município de Barcarena, resultou de uma associação da Companhia Vale do Rio Doce, detentora de 51% do capital, com 32 empresas japonesas, reunidas no consórcio Nippon Amazon Aluminium (NAAC), com os restantes 49% das ações. Toda a produção da Albrás, então … Continuar lendo

Como Collor

Só para lembrar de um fato que também faz parte do blog Amazônia Hoje. O governo do presidente Fernando Collor de Melo decidiu, em 25 de fevereiro de 1992, excluir as ONGs (Organizações Não-Governamentais) da Comissão de Coordenação do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil. O PPG-7 era financiado pelos sete … Continuar lendo

A busca pelo carvão

Em 1968, o Idesp (Instituto do Desenvolvimento Econômico Social do Pará), órgão do governo estadual (já extinto), assinou um convênio com a Comissão do Plano do Carvão Nacional. A Cepican repassou ao instituto 70 mil cruzeiros novos (valor da época) para o prosseguimento das pesquisas carboníferas que vinha realizando no vale do rio Fresco, no … Continuar lendo

Corrida ao minério em 1968

Em 1968, o DNPM (Departamento Nacional da Produção Mineral) anunciou que iria executar seis projetos de pesquisa mineral na Amazônia. Seriam: 1) Projeto Grão-Pará, objetivando a busca de materiais de construção nas imediações de Belém. 2) Projeto Cobre, a ser executado no município de São Félix do Xingu, no Pará. Nessa área havia a possibilidade … Continuar lendo