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Desvio de minério

O DNPM (Departamento Nacional da Produção Mineral) investigava, em 2003, as transferências de minério de ferro efetuadas pela Companhia Vale do Rio Doce do porto da Ponta da Madeira, no Maranhão, para o porto de Tubarão, no Espírito Santo, e os possíveis destinos que podem ter tido a partir daí. Apesar de denúncias feitas sobre … Continuar lendo

Vale do Rio Pará?

(Artigo de 2003)   Se depender da Companhia Vale do Rio Doce, o Pará continuará a crescer aceleradamente em termos quantitativos, mas o ganho qualitativo será baixo. As curvas do crescimento econômico e do desenvolvimento humano, nessa progressão, continuarão a seguir a trajetória atual: distanciando-se um do outro. Este pode ser o resumo do primeiro … Continuar lendo

O dragão da maldade

(Artigo de 2002)   Num horizonte de 10 anos, entre 1998 e 2008, a Companhia Vale do Rio Doce terá investido mais de 11,5 bilhões de dólares (ou 40 bilhões de reais) no Pará. É investimento equivalente ao da hidrelétrica de Belo Monte (projetada para ser a segunda maior do país e a terceira do … Continuar lendo

O subsídio de U$ 5 bilhões

Artigo de fevereiro de 2001. Até 2004, o subsídio energético concedido durante 20 anos às duas maiores indústrias de alumínio do país deverá alcançar o equivalente a cinco bilhões de dólares. Esse é o mesmo valor que custariam duas fábricas de alumínio inteiramente novas e quase metade do custo da hidrelétrica de Tucuruí, a maior … Continuar lendo

O bom combate pelas eclusas

O sistema de transposição da barragem de Tucuruí foi concluído um quarto de século depois que a hidrelétrica começou a funcionar. Dois anos depois de serem construídas, porém, as eclusas de Tucuruí não foram suficientes para permitir a livre navegação entre Marabá e Belém, como se imaginava que aconteceria. Ainda é preciso limpar o Tocantins … Continuar lendo