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A Vale e o Pará

  (Artigo publicado no Jornal Pessoal 318, de fevereiro de 2004) Uma das maiores pragas que tem assolado o Pará republicano é a dos caciques brancos. Embora esses morubixabas políticos frequentemente usem a metáfora para afirmar sua liderança, o paralelismo com os índios não lhes é favorável, ao contrário do que pensam. O último dos … Continuar lendo

Privatizada de novo

Vinte anos atrás, em 1997, a Companhia Vale do Rio Doce deixou de ser estatal. Seu controle acionário foi vendido a um consórcio que se formou pela associação de fundos federais de pensão, à frente o Previ (dos funcionários do Banco do Brasil, o maior de todos) com o Bradesco, a japonesa Mitsui e uma … Continuar lendo

Ainda o porto de Carajás

(Artigo publicado no Jornal Pessoal 313, de dezembro de 2003) A ideia de um superporto no local mais avançado do litoral paraense, na ponta da Romana (e não mais, conforme a última versão, na ponta da Tijoca) deixou de ser uma ideia para se transformar num projeto. Já há proposta de emenda no Congresso para … Continuar lendo

O porto de Carajás

(Artigo publicado no Jornal Pessoal 311, de novembro de 2003) Para atacar a Companhia Vale do Rio Doce e, dessa maneira, tentar influir sobre o contencioso judicial que trava com a empresa na comarca de Belém (ver edições anteriores do Jornal Pessoal), O Liberal ressuscitou uma questão que parecia superada: o escoamento do minério de … Continuar lendo