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E quando Carajás acabar?

Em 2016 entrou em operação a mina S11D, em Carajás, no Pará, depois de um investimento de 14 bilhões de dólares (quase 60 bilhões de reais pelo câmbio atual), para a extração de minério de ferro da maior jazida de alto teor do planeta, com mais de 4 bilhões de toneladas. A história desse empreendimento, … Continuar lendo

O fim de carajás

A jazida de minério de ferro de Serra Sul, em Carajás, no Pará, a mais rica do planeta, vai durar apenas 30 anos. Sua exploração, iniciada em 2016, deverá terminar em 2046, com a exaustão da mina, que abriga o minério com mais alto teor de hematita pura que existe. Serra Norte, a primeira a … Continuar lendo

Itabira hoje, Carajás amanhã

Itabira hoje, em Minas Gerais, é Carajás, no Pará, amanhã. As famosas jazidas de minério de ferro de Itabira só irão durar mais 10 anos. Em 2028, depois de 80 anos de exploração, elas estarão exauridas, sem interesse comercial. Os buracos abertos pela extração do minério, que revoltaram o mais famoso itabirano, o poeta Carlos … Continuar lendo

A caravana multinacional

(Jornal Pessoal 242, setembro de 2000)   A Companhia Vale do Rio Doce, a segunda maior produtora de minério de ferro do mundo, foi se tornando um triângulo das Bermudas a partir da sua privatização, em 1997. Não seria de muito estranhar a ciranda de especulação montada em torno daquela que era uma das maiores … Continuar lendo

Do Amapá a Carajás: a mesma história

Em janeiro de 1957 o primeiro navio desatracou do porto de Santana, no Amapá, próximo à foz do rio Amazonas, carregando 20 mil toneladas de manganês destinado aos Estados Unidos. Quatro décadas depois da decadência da borracha, da qual foi a maior produtora mundial até 1912, a Amazônia voltava ao mercado internacional com uma nova … Continuar lendo

O bom combate pelas eclusas

(Jornal Pessoal 241, agosto de 2000)   O então senador e presidente (por quase meio século) da Federação das Indústrias do Pará, Gabriel Hermes, Filho chegou a ameaçar que se a hidrelétrica de Tucuruí fosse inaugurada sem o restabelecimento da navegação no rio Tocantins, ele se colocaria debaixo da barragem, a jusante, como protesto. Presente … Continuar lendo