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A façanha e a falha do cobre de Carajás

 (Artigo de maio de 2004) O ano de 2003 começou com a tonelada do cobre a 1.800 dólares. No ano seguinte abriu perto de US$ 3,6 mil, o dobro do valor de 12 meses antes. O déficit no abastecimento do metal chegou a mais de 500 mil toneladas. O cenário, inteiramente distinto do que prevaleceu nos … Continuar lendo

O carvão que escraviza

(Artigo de fevereiro de 2007) O carvão vegetal sempre esteve presente na história da Amazônia. Mas só se tornou um problema social, de terrível amplitude, a partir da década de 1990, com a multiplicação das usinas de ferro gusa em torno da ferrovia de Carajás, entre o Pará e o Maranhão. Hoje, é uma das … Continuar lendo

Decisões rápidas – e especulativas

(Este artigo, publicado em fevereiro de 2007, retrata o ambiente de euforia e especulação em torno do minério de ferro e outras commodities minerais, só mais intenso do que o atual.) Um pouco antes do carnaval, os donos da São Bernardo Recursos Minerais, ilustre desconhecida no setor, foram dar uma notícia a Marcelo Miranda, governador … Continuar lendo

Os índios e a mineradora

(Artigo de dezembro de 2006)  No final da década de 1970 a então Companhia Vale do Rio Doce decidiu implantar uma mina de ferro em Carajás, no centro-sul do Pará, a mais de 800 quilômetros do litoral. O projeto exigiria 3,5 bilhões de dólares. Havia ceticismo quanto à sua viabilidade. Afinal, a maior siderúrgica do … Continuar lendo

Curió: ao lado da Vale

(Artigo publicado em agosto de 2007) De um lado, cinco mil furiosos garimpeiros querendo subir a serra e invadir as instalações da Companhia Vale do Rio Doce na mina de ferro de Carajás. Do outro lado, a menos de 50 metros de distância, 500 homens da Polícia Militar com a missão de detê-los. Mesmo armados … Continuar lendo

Entre a natureza e o homem

 (Artigo escrito em 2008) Em 2009, a Companhia Vale do Rio Doce deverá extrair 130 milhões de toneladas de minério de ferro da província de Carajás, no sul do Pará, uma quantidade superior a tudo que os Estados Unidos produziam na década seguinte à Segunda Guerra Mundial, quando se consolidaram como a única potência mundial. … Continuar lendo