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Semelhança

(Nota publicada no Jornal Pessoal 319, de março de 2004)

No ano passado foi lançada, em Brasília, a Frente Parlamentar do Vale do Rio Doce. Dela fazem parte representantes políticos de 202 municípios de Minas Gerais e 28 do Espírito Santo, com população total de 3,5 milhões de habitantes, distribuídos ao longo dos 1.300 quilômetros de extensão do rio. Essa frente reforçou o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, que já estava em funcionamento, com jurisdição sobre a mesma área.

O propósito de ambas as entidades é fazer a recuperação ambiental e econômica do vale, permitindo que ele volte a ser atraente. Essa é a região que mais exporta pessoas. Algumas cidades possuem atualmente metade da população que tinham 50 anos atrás.

O processo de decadência continuará se algo não for feito para revitalizar a área. Apenas um pequeno número de municípios tirou alguma vantagem da proximidade com o polo de mineração que ali se instalou e com a via de escoamento representada pela Ferrovia Vitória-Minas. A maioria tem experimentado apenas os efeitos negativos do processo. Daí a reação.

Os habitantes do vale do Araguaia-Tocantins podiam sair da inércia e do recurso para criar seu próprio comitê de bacia e frente parlamentar. Os problemas são idênticos, uai.

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