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A frota, a China comeu

Um escândalo: somente no ano passado, três empresas chinesas compraram nada menos do que12 navios Valemax, os maiores do mundo, construídos sob encomenda da mineradora brasileira Vale, por 1,32 bilhão de dólares. Dá pouco mais de US$ 100 milhões por navio, uma pechincha e um crime contra o interesse nacional.

Segundo agência internacional de notícia, os Valemaxes, de 400 mil toneladas, negociados pela Vale com companhias chinesas em 2015 e neste ano foram vendidos por preços baixos porqueque a mineradora brasileira tenta reduzir a dívida e sofre com o baixo preço dos produtos de minério de ferro. É o entendimento de Dong Liwan, professor da Shanghai Maritime University.

A frota de graneleiros da Docenave, subsidiária da Vale, era a maior do mundo até ser desfeita por Roger Agnelli, o executivo que por mais tempo presidiu a ex-estatal, de 2001 a 2011. Esses navios também foram alienados na bacia das almas, exatamente quando o transporte de minério passou a ser mais rentável do que o próprio minério.

Agnelli encomendou então uma nova frota na China e na Coréia do Sul, Os supernavios deviam ajudar a Vale a vencer a concorrência com os australianos, mas a China, o maior comprador do minério, vetou a ancoragem dos Valemaxes. Com isso, de pressão em pressão, acabou levando a Vale a vender a frota às companhias chinesas.

A história merece uma apuração rigorosa.

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