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Dez mil visitas

Nosso blog acaba de passar de 10 mil visitas. Conforme a ótica, a marca pode ser considerada espantasosamente alta, sobretudo se considerado o tempo de vida, de dois meses, ou desanimadoramente baixa, se comparada aos recordes de frequências nas redes sociais de maior sucesso.

Faço este pequeno registro, no ato, para lhe repassar a pergunta: o que você acha de passarmos das 10 mil visitas? O que isso representa? Que resposta exige?

A palavra é sua.

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Discussão

7 comentários sobre “Dez mil visitas

  1. Esse questionamento lembra as campanhas de trânsito ou contra as drogas: “…se salvar uma vida, já valeu a pena”. Se uma parte desses dez mil leitores conseguir assimilar a real importância de uma empresa como a Vale passar a atuar no Brasil e, pra nós especificamente, no Pará, com a responsabilidade social para a qual ela foi criada, investindo de verdade um pouco de toda essa riqueza gerada na melhoria da condição de vida das pessoas que estão à margem do processo, já está “valendo” muito. E se mais um passar a agir como tu ages, na defesa intransigente dos nossos interesses, então “uma vida está salva!”. Parabéns pelo teu trabalho!

    Publicado por Ney Cohen | 26 de junho de 2012, 7:48 pm
  2. Muito obrigado, Ney. E se mais pessoas como você entrarem na roda, faremos uma cantoria boa. Quem sabe, um dia, os indiferentes que dirigem a Vale não se interessem pelo nosso canto? Somos todos brasileiros, nativos ou aqui domiciliados. não? E a sede da Vale ainda é no Brasil. Ou não?
    A roda, portanto, está formada.É só entrar. E acrfescentar um ponto.

    Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 27 de junho de 2012, 9:55 am
  3. Espetacular. Estou torcendo que rapidinho chegue “Hum milhão”.

    Publicado por Ronaldo Guimarães | 27 de junho de 2012, 11:28 am
  4. Lucio, permita-me a intimidade, já que acompanho teu trabalho há anos, e dele só tenho boas coisas a testemunhar. Admiro não só tua coragem, mas principalmente tua lucidez ao tratar de um assunto que a grande maioria parece querer esquecer… afinal, em um mundo com tantas mazelas, pra que futucar mais uma delas? Mesmo que o site amanhã pare, que não chegue a um milhão de visitas, ele já cumpriu um papel ímpar, que é o de registrar a história, lembrar os fatos que a multinacional e seus sócios querem tanto apagar ou reescrever. O grande desafio é o de como, a partir dos problemas e incoerências, encaminhar um debate que sirva para abrir um caminho mais soberano, justo e sustentável para todos os que deveriam ser os contemplados pela exploracao das riquezas da Vale. O caminho é longo, todos sabemos, mas esse é o início da trilha…

    Grande abraco,

    Publicado por Mariano | 28 de junho de 2012, 6:21 am
  5. Obrigado, Mariano. Acho que todos os integrantes deste blog partilha um desafio: instaurar um debate sério pela internet. Em geral, as incríveis virtudes desse meio quentíssimo de comunicação servem a agressões, deboches e demonstrações de incivilidade. Sendo tão quente por sua velocidade de transmissão, em tempo real ou quase real, parece-se aos perfumes baratos, cujo odor é fugaz. E nem sempre bom ao olfato. Penso que aqui estamos procurando uma forma de perenidade e profundidade. Não é fácil. Mas é a meta.

    Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 28 de junho de 2012, 9:49 am
  6. Mesmo para as características deste blog, ainda é pequena a quantidade de pessoas que o conhece. Por isso, solicito a todos que indiquem este endereço nas suas redes de relacionamento e o propagueiem nos blogs e sites que frequentam. Obrigado.

    Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 29 de junho de 2012, 9:43 am
  7. Caro Lúcio
    Em nossa idade na qual não mais nos é permitido “achar”, digo que tenho a certeza absoluta que, passar de dez mil visitas ao blog em dois meses, no momento atual não é pouco considerando o tema vital e claro, porém árido e distante. Claro e vital para nós, paraenses minimamente informados e inconformados com nosso crescimento rabo de cavalo, mas que, diferente de você, ficamos qual Carolina que não viu o tempo passar na janela. Árido e distante, quase que extraterrestre, para a recorrente maioria que na época de Maquiavel se contentava com pão e circo e hoje basta que se ofereça celular e leseira.
    Dez mil em dois meses, dá em média uma dízima de 166,66 visitantes diários, menos os visitantes compulsivos como eu e certamente outros, mais os que entraram uma só vez seja por engano ou mera curiosidade, podemos reduzir um pouco essa média digamos para cem pessoas que podemos supor, estimuladas ao debate e busca de soluções.
    Em face da urgência hemorrágica que o paciente Pará apresenta e pelo andar da carroça, caminhando célere para o estado terminal, as providências precisam ser imediatas, cirúrgicas, precisas e devem ser enumeradas por ordem prioritária, as discussões ampliadas em seu limite extremo por um fórum permanente, a formação de opinião contínua, utilização dos meios disponíveis, principalmente da internet para a efetivação das ideias e propostas, as cobranças por resultados tem que ser incessantes até que se consiga o fim dessa maldita era neocolonial.
    Que providências são essas? Revogação da lei Kandir; taxação crescente sobre os lucros das mineradoras; justiça exemplar para a banda podre dos poderes constituídos e que contribuem para o fracasso do nosso Estado no cenário nacional; parar o trem da Vale para começar a discussão sobre o tema “a quem pertencem nossas riquezas?”; para onde vai nosso imenso manancial energético? Enfim, são tantas as discussões, mas acredito que pelo menos cem pessoas fazendo barulho todos os dias, em algum momento poderá se tornar um alarido ensurdecedor capaz de fazer com que os senhores colonizadores desçam do alto de suas tamancas e percebam que não somos um bando de idiotas que precisam ser tutelados.
    Além do Lúcio e alguns poucos que podem liderar esse movimento de libertação, não devemos esperar muito além de nossa capacidade de convencimento e organização, de estratégias de luta, disseminação de ideias e tudo o que for necessário à construção de um Pará melhor.
    Um abraço
    Fernando

    Publicado por Fernando | 5 de julho de 2012, 2:21 am

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