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Outra frente de luta

Eloá dos Santos Cruz enviou o comentário a seguir para o blog Somos Todos Lúcio Flávio Pinto, que dá suporte à minha defesa nos processos judiciais instaurados contra mim, mas na verdade para tentar me calar. Com amplo conhecimento de tudo que se relaciona à Vale, Eloá vem trabalhando há muito tempo para informar a opinião pública e fazê-la se posicionar sobre a questão. Tornou-se uma fonte de referência para todos.

Disse Eloá:

Excelente iniciativa, Prezado Lúcio Flávio.
O espaço aqui é pequeno para que eu possa somar minhas contribuições. Por isso, sem querer rivalizar (muito ao contrário), indico o meu próprio blog (MUÇUNGÃO = http//:www.alafin.zip.net), onde escrevo desde 04/11/2005, mas abordando um contencioso de ações populares propostas desde ANTES do leilão de 06/05/1997. Desde já autorizo a reprodução de qualquer dos artigos postados ali, se merecer sua aprovação.
O caso da COMPANHIA VALE DO RIO DOCE ainda está “sub judice” e recomendo a quem tiver interesse acompanhar o andamento dos processos RE 633954, AC 2716 e AImp 9, no Supremo Tribunal Federal (http://www.stf.jus.br), cujas decisões podem vir a reverter a suspensão das ações populares regularmente propostas e propiciar uma avaliação correta do monumental acervo da maior mineradora do mundo.
Parabéns mais uma vez.
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Discussão

6 comentários sobre “Outra frente de luta

  1. Como diria um grande amigo meu ” a Vele que aparece na TV é muito perfeita”. Além de levar nossa riqueza embora sem um vamor agregado que valha a pena, ainda não reinveste de maneira democrática esses valores em nossa nação. Trata-se de um problema cultural. Penso que somos a nação mais cômoda do mundo e batemos palma para tudo o que é ruim nesses País.

    Parabéns pela iniciativa!

    Publicado por Leandro | 13 de abril de 2012, 9:19 am
  2. Confesso que desconhecia o blog e fiquei muito surpreso com algumas informações aqui prestadas. Sou professor de Geografia, moro em Mauá-SP e este blog deu uma contriuição gigantesca nas minhas aulas de Geopolitica! Se não bastasse isso, trabalho na Gerdau como operador de máquinas, que é a sexta maior empresa brasileira e tem semelhanças com a Vale. Parabéns pelo blog Lucio Flávio, estou lendo aos poucos as matérias. Desde ja agradeço a contribuição e atenção.
    Forte abraço!

    Publicado por Roberto Bertz | 13 de abril de 2012, 10:46 am
  3. Obrigado pelo estímulo, Roberto. Escreva sempre. Como é o retorno dos alunos de Mauá às questões amazônicas?

    Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 13 de abril de 2012, 12:28 pm
  4. A “discução” sobre a Vale é de pessoas com mentalidade de pais bananeiro.
    Empresas estatais são ineficientes por natureza, os funcionários não trabalham a pleno vapor, só pensam em fazer greve e não querem ser avaliados de forma alguma.

    Se a privatização foi ruim por que, então, o governo do PT não reestatizou? Alguém pode me responder?
    Eu mesmo respondo, porque a estatização não foi ruim.

    Repito, o Japão não tem e não quer ter 1 metro cúbico de minério de ferro. Na mentalidade japonesa isso é coisa para país bananeiro fornecer, lógico, a preço de banana. Depois eles agregam valor nos seus fantásticos produtos tecnológicos, os quais inclusive estamos usando para digitar esses textos.

    Temos que ter orgulho das pessoas que viram bilionárias na vida, elas são competentes!!

    Publicado por Eike | 13 de abril de 2012, 7:54 pm
    • Sua resposta à sua própria pergunta é de uma tolice constrangedora. Mesmo se quisesse e não estivesse comprometido com interesses particulares, o PT não poderia reestatizar a Vale simplesmente porque não tem poder pra isso! A própria pergunta também é tola. Por essa sua premissa, então dever-se-ia concluir que o PT deveria ter privatizado outras estatais, afinal a estatização deve ter sido boa. Não?

      Nada tendo contra quem enriqueça de forma honesta, lembro que não há casos de alguém que saia da miséria para o topo financeiro. Em geral quem se torna bilionário já nasceu milionário. Ruim é que o enriquecimento ainda maior dos já ricos seja feito às custas do Estado, como foi seguramente o caso da maioria da privatizações da era FHC, cujo legado foi aumento das dívidas Externa e Interna, do desemprego e da carga tributária.

      E minério não é coisa de país “bananeiro”, pois potências como EUA, Rússia, China etc, exploraram muito bem suas próprias reservas. Azar de um arquipélago que não possa ser “mineiro”.

      Por que todo comentário a favor da dilapidação do patrimônio público e das mega fortunas tem que vir acompanhado de depreciações do país?

      Você pode responder?

      Publicado por Marcus Valerio XR | 24 de maio de 2012, 5:41 pm
  5. Lúcio Flavio, sou uma acompanhante assídua de suas matérias em Cartas da Amazônia e enviei várias delas para meus contatos de e-mail e postei no Facebook. Agora me deparo com esse blog e todas essas informações preciosas sobre a Vale e quero parabenizar você, como já fiz em suas matérias, por essa contribuição e esclarecimentos tão importantes para nós cidadãos. Já sou sua seguidora e dissiminarei mais essa informação.

    Publicado por Vera Lucia Corrêa | 15 de abril de 2012, 11:57 am

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